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Ana Paula Zorzi Mariani é Educadora Especial e autora das obras de literatura infantil: "Lobo & Mel" e, "Desta vez o macaco Nanico vai para a escola". O blog é atualizado com assuntos relacionados às práticas de formação de professores e educação.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Cromossomo 21, o filme!

Num dia desses, entre uma semana e outra de formação junto aos colegas da assessoria de Educação Especial na cidade de Porto Alegre, conheci a história que apresento a vocês aqui no blog. Fiquei surpresa ao saber que o "protagonista" Alex Duarte é filho de uma colega, também assessora da cidade de São Luis Gonzaga/RS. Ele é o diretor do longa metragem "Cromossomo 21" e conta um pouco de sua trajetória profissional desde que conheceu Adriele, uma estudante com Síndrome de Down que inspirou o filme. No site http://www.movimentodown.org.br/2015/05/entrevista-com-alex-duarte-diretor-de-cromossomo-21/ vale a pena conferir a entrevista com o diretor, enquanto esperamos o lançamento do filme previsto para o ano de 2017.
Como surgiu a ideia do filme e o que o motivou a fazê-lo? Eu era repórter de um jornal quando recebi como pauta cobrir a aprovação da jovem Adriele Pelentir no vestibular de Nutrição, na cidade de São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul. Ela descontruiu todos os meus conceitos sobre o universo da síndrome de Down, ao questionar sua existência, dores e aflições. Ela me disse: por que eu sou diferente de vocês? Por que somos impedidos de amar? Aqueles questionamentos passaram a ser meus. Me perguntava por que nós leigos, tínhamos a pré-disposição de julgar algo que não conhecíamos. Ao gritar sua independência, Adriele me desafiou. Logo que me formei em Publicidade, larguei meu emprego e me dediquei exclusivamente a conhecer a história da Adriele. Talvez tenha sido os oito meses mais intensos e extraordinários da minha vida. Neste intervalo de tempo, quebrei rótulos, diagnósticos e crenças que eu mesmo carregava. Eu precisava contar essa história para o mundo, para que as pessoas passassem pela mesma experiência que eu estava passando. (http://www.movimentodown.org.br/)

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

I Jornada de Práticas Pedagógicas Inclusivas

A I Jornada de Práticas Pedagógicas Inclusivas, da 9ª Coordenadoria Regional de Educação, realizada na cidade de Cruz Alta/RS, no segundo semestre deste ano, obteve êxito com sua proposta de valorizar a inclusão na prática docente e na formação de professores. Os professores do AEE – Atendimento Educacional Especializado – das escolas da abrangência da 9ª CRE foram destaque com sua participação, assim como o CIEP Especial Carlos Santos e a UERGS. Os temas abordados foram: Construção de Objetos de Aprendizagem Digitais, ministrado pela assessora pedagógica Ana Paula Zorzi Mariani, Tecnologia Digital, ministrado pela assessora do NTE - Núcleo de Tecnologia Educacional, Ana Paula Ternes. A Proposta do AEE na Educação de Jovens e Adultos – EJA, profª Greice Pause. Libras no Cotidiano dos familiares de Pessoas Surdas, profª Sueli Telocken. Relation Play - Práticas Corporais Ludo Recreativas, prof. José Luis, profª. Rosane M Costa, profª Cinthia Felker, profª Tânia, profª Vera Rosane, Fisioterapeuta Lara Figueiredo (CIEP – Cruz Alta). Sala de AEE x Sala Regular com Enfoque no Professor, profª Cátia de Almeida Simões - Tupanciretã. O Recurso da Lousa Digital no AEE, profª. Ana Luiza Vescia Telles. Palestra: Neurobiologia e Aprendizagem, prof.ª Eliana Scortegagna. Sorobã e Alfabeto Braille: Ensino do Braille como Atividade Ludo-Pedagógica, profª. Adre Silvane dos Santos Rosa, profª. Elizabeth Daniel Belzarena e profª. Maria Angélica Schenkel. A contribuição das Parlendas no processo de alfabetização dos alunos com DI, profª. Andiara Nunes. A interação do AEE com o Ensino Regular, profª. Jaqueline Nogueira. E, finalmente, as palestras proferidas pelos professores da UERGS: A Inserção da Informática na Educação: Contribuições para a Inclusão, prof. Fabrício Soares, Educação inclusiva: problematizações e construção de novas práticas, profª Tatiana Luiza Rech e, Prática Pedagógica - Processos Inclusivos na Escola Pública: Atendimento Educacional Especializado e Formação Docente, profª Maria da Graça Da Pieve.

Objeto de Aprendizagem Personalizado!!!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Jogos Paralímpicos

Você conhece as modalidades de jogos paralímpicos e a forma de classificação utilizada para selecionar os competidores olímpicos nos jogos? Pois aqui você pode conferir essas informações e inteirar-se sobre algumas curiosidades! Conforme o site oficial dos jogos paralímpicos do Rio 2016, na página https://www.rio2016.com/paralimpiadas/classificacao cada esporte tem um sistema próprio de classificação, que visa garantir igualdade de competições nas disputas (Foto: Getty Images/Jamie McDonald) O sistema de classificação dos atletas é usado desde a década de 50 para garantir o equilíbrio entre os competidores nos esportes Paralímpicos. Por meio dele, atletas de um mesmo esporte são divididos em classes, o que garante que um atleta ou um time disputem em condição de igualdade com os seus adversários. Conheça os sistemas adotados em cada esporte dos Jogos Rio 2016.